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Câncer de Pele
O câncer de pele é o tipo de câncer mais comum e representa mais da metade dos diagnósticos de câncer. Há basicamente três tipos de câncer de pele: o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma.

Carcinoma Basocelular (CBC)

É o mais prevalente dentre todos os tipos de câncer de pele. Tem baixa mortalidade, porém quando atinge áreas como nariz, orelhas e pálpebras, pode deixar cicatrizes inestéticas. É mais frequente em pessoas de meia-idade e idosos, sendo mais observado na pele exposta ao sol (face, orelha, couro cabeludo, pescoço, ombros, tórax e dorso). Quase metade das pessoas que tiveram um CBC vão ter outro num prazo de cinco anos do diagnóstico. Isso significa que, quem já teve esse tipo de câncer de pele, deve manter um acompanhamento dermatológico regular.

Carcinoma Espinocelular (CEC)

É o segundo mais prevalente dos cânceres de pele. Pode se desenvolver em todas as partes do corpo, porém são mais comuns em áreas expostas ao sol. No entanto, a exposição solar não é o único fator de risco. Feridas crônicas, cicatrizes antigas, uso de medicamentos imunossupressores, exposição à radiação e a agentes químicos podem aumentar o risco de desenvolvê-lo. Carcinomas espinocelulares têm risco maior que o basocelular de invadir o tecido gorduroso, atingir os linfonodos (gânglios linfáticos) e outros órgãos.

Melanoma

É o tipo menos frequente de câncer de pele, porém é o que tem o pior prognóstico e o mais alto índice de mortalidade. A detecção precoce é de fundamental importância neste tipo de câncer de pele, pois as chances de cura aumentam muito quando diagnosticado em fases iniciais. Em estágios mais avançados, o melanoma pode produzir metástases (espalhar para outros órgãos do corpo). Em geral, o melanoma tem a aparência de uma pinta, que pode apresentar mudança de cor, formato e tamanho, além de poder causar sangramento. Pessoas de pele clara têm risco aumentado de apresentar melanoma. A hereditariedade também desempenha um papel fundamental no desenvolvimento de melanoma. Por isso, os familiares de pacientes com histórico de melanoma devem ter acompanhamento dermatológico regular, especialmente os parentes de primeiro grau. A dermatoscopia e o mapeamento corporal total são procedimentos importantes no exame dos nevos (pintas), pois permitem uma análise mais detalhada das lesões, além de possibilitarem o acompanhamento evolutivo dos nevos, onde pequenas alterações podem ser percebidas, aumentando a possibilidade do diagnóstico precoce do melanoma.
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